Backstage
Música que Toca na Alma: os Bastidores do Alma Festival
Trevo Creators
8/20/2026
O Alma Festival foi pura energia do começo ao fim. Com um mar de gente, muita música e um público completamente envolvido com os shows, o clima do espaço era contagiante. Foi um momento incrível e inesquecível, daqueles que ficam guardados na memória.
O público estava completamente entregue aos shows. Brandão chegou a dizer que parecia um terremoto de tanta gente pulando e vivendo aquele momento. Foi nesse clima que Geovanna Alencar foi até os bastidores do festival conversar com alguns dos nomes que fizeram parte da festa: Alee, Brandão, TOKIODK, Caio Luccas e 2ZDinizz.
Além de falarem sobre a vibe do Alma e a conexão com o público, os artistas também encararam uma pergunta mais pessoal feita por Geovanna: “Fala uma música que te representa muito e por quê?”. As respostas mostraram que, por trás de cada faixa, existe uma história diferente.
2ZDinizz escolheu “Não Repara a Sujeira”, uma faixa própria que representa diretamente a realidade dele e de sua família. Entre as situações retratadas na música está a necessidade de subir os móveis de casa quando chove. Para o artista, a faixa carrega uma parte muito visceral de sua vida.
A escolha também marcou uma resposta diferente do que ele costuma dar. Em outras ocasiões, 2ZDinizz costuma citar “Coisas Que Eu Aprendi Contigo”, música que tem uma relação especial com seu pai. Dessa vez, decidiu compartilhar uma faixa ainda mais ligada à própria realidade e às experiências de sua família.
Já Brandão foi o único a escolher uma música que não faz parte de sua própria carreira. A faixa escolhida foi “Window Shopper”, do 50 Cent, que representa o momento que ele vive atualmente na carreira e na vida, marcado pelas conquistas e pela possibilidade de aproveitar tudo aquilo que conseguiu construir.
Para Alee, a escolha foi “Tudo de Novo”, música de sua autoria que representa sua jornada em busca dos próprios sonhos. A faixa traduz a vontade de continuar avançando, conquistar novos espaços e nunca deixar de correr atrás de novos objetivos.
TOKIODK escolheu “Nem Era Pra Eu Tá Aqui”, música que marcou sua trajetória e que, para ele, representa o caminho que percorreu até chegar onde está hoje. A faixa carrega justamente essa sensação de olhar para trás e reconhecer tudo o que precisou acontecer para que ele pudesse viver o momento atual.
Caio Luccas também compartilhou duas músicas que representam diferentes lados de sua trajetória: “Visão de Cria”, principalmente pelo trecho com o qual se identifica por falar sobre ser um sonhador, e “Good Vibes”, do Filipe Ret.
No fim, a conversa mostrou que uma música pode carregar muito mais do que um ritmo ou uma letra. Para cada artista, existe uma história, uma fase, uma conquista ou até mesmo uma dificuldade que faz aquela faixa ter um significado especial.
E, se o público fez o chão tremer durante os shows, também deixou sua marca nos artistas que estavam no palco. No Alma Festival, a música não ficou só nos alto-falantes: ela esteve na energia da galera, nas histórias compartilhadas e em cada momento vivido durante a festa.
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